29 de jun. de 2020


PONTOS A PONDERAR...
Por: Sérgio A. O. Siqueira

01.
CONSÓRCIO DE JORNALOJISTAS:

De março a maio, a pandemia fechou 1 milhão e 487 mil vagas de emprego no Brasil. A culpa é do Bolsonaro que, quando ganhou a eleição, fechou acordo com a China para trazer de lá a pandemia-mandarim.

Desculpem, não é pessimismo, é um arrepio de realismo, mas inda que mal pergunte: quanto tempo você acha que esses deserdados da sorte vão levar para se deixarem cair em tentação?!?

02.
O PIOR DO ARREPIO DE MEDO

O Consórcio dos Coveiros da Notícia está em polvorosa. Os jornalojistas das pompas fúnebres, acham que a crise de poder e grandeza que acometeu Augusto Aras, o procurador-geral que está procurando no varejo exterminar a Lava-Jato, é campanha dos promotores de Justiça para eleger Sérgio Moro presidente da República.

E eu me divirto com a tremedeira dos coveiros da notícia, por que não há nada pior no arrepio de medo do que esperar pelo susto. Até 2022 eles têm muito que se arrepiar até que seus temores se concretizem.  

03.
SOLTINHO DA SILVA, MAS...

O Lulavagem pode andar soltinho da Silva por aí, mas nunca será livre para desfrutar as coisas que possuiu com a sua ganância; ele foi possuído por elas.

04.
O PIOR DE DECOTELLI

Sei lá se o Decotelli vai durar dez dias, dez meses, dez séculos como ministro da Educação. Tanto faz, como tanto fez. O pior de sua gestão ministerial, a gente já sabe, foi ser indicado por Bolsonaro.

05.
BRUTESCO E ACHAVASCADO

Por mais fajuto que seja o currículo de Decotelli, nada foi pior nem mais brutesco e achavascado do que o empurrão que o chamado ‘grupo’ militar e a Fundação Getúlio Vargas deram no Bolsonaro para que indicasse o Doutor Honoris Quase para o Ministério da Educação.

A bem da verdade, diga-se que o grupo militar não sabe onde enfiar a cara e os mestres do FGV já retiraram as impressões digitais que tinham aplicado na aposta de Decotelli.

Dependendo que der e vier por aí, a indicação de Decotelli foi uma obra didática: daqui para a frente o tal grupo militar e a FGV podem bater e rebater no coração de Bolsonaro que ele não vai atender. Se tiver juízo... O bom aperitivo.

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