2 de abr de 2019

ATÉ QUANDO?!?
A gente vai aguentar essa Supremacia Boqueteira até quando a gente descobrir onde se meteram o cabo e o soldado.

FEITO O CARRETO

Celso de Mello acompanhou Gilmar Mendes e votou pela soltura de Régis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil de Sérgio Cabral. 

Antes, votaram pela manutenção da prisão Edson Fachin e Cármen Lúcia. O decano curto, apesar de empatar o placar, foi o voto de Minerva. Esse Celso Melloso é do que não há. 

O voto dele foi decisivo para abrir as portas da liberdade condicional para Lula, o presidente de honra do PT. É que está 2 a 2 na Segundona e falta apenas o voto de Lewandowski. Adivinhe o que ele vai decidir... 

Se você acertar ganha um doce de batata doce da Confeitaria Nogueira - os doces que mais viajavam no Brasil. Ou, se preferir, ganha uma caixinha vazia de fósforos Fiat Lux. Tá feito o carreto.

Nem precisa se esforçar mais, amigo. Eis que  Ricardo Lewandowski se juntou a Gilmuar Mendes e Celso de Mello e concedeu habeas corpus a Régis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil de Sérgio Cabral, durante julgamento na Segunda Turma do STF.

Ele foi sábio e correto como de costume: “Se pegarmos a decisão [que ordenou a prisão], verificaremos que essa decisão está totalmente dissociada dos fatos concretos. Trata-se de uma peça meramente retórica”.

E assim que é que Régis Fischtner é mais um delinquente contumaz que vai andar à solta por aí. A sociedade brasileira, penhorada, agradece à trinca de cortesãos que governa o Brasil, sob o jugo do Cartel dos Leguleios.

O STF serve pra isso: os chicaneiros apelam para a Magna Corte e, surpresa... Ganham.

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