21 de nov de 2018

FOLLOW THE MONEY

''Follow the money!'' é este brado de combate à corrupção que faz de Sérgio Moro o terror da bandidagem de gravata e colarinho branco que se apossou da ''redemocratização'' brasileira e infiltrou o crime organizado ''politicamente correto'' no lugar do Estado. 

Sérgio Moro, hoje superministro da Justiça e da Segurança, deu a pista atemorizante da sua estratégia de guerra à corrupção e aos corruptos e proprietários indébitos desse País distraído e submisso, quando ainda estava nos primórdios da Operação lava-Jato: ''Siga o dinheiro!''...

É isso. É esse brado retumbante que atinge em cheio os tímpanos e os espíritos de porco dessa pandilha de sevandijas que jogou a vida pública brasileira na privada, usando a ''redemocratização'' como tubulação para transformar os piores dejetos sociais em poder, luxo e riqueza.

PODER, LUXO E RIQUEZA

Ao desencapar o fio condutor de sua batalha permanente e destemida contra a canalhice dominadora e dominante dessa nação subjugada e servil, Sérgio Moro ao ''seguir o caminho do dinheiro'' tornou-se alvo-fixo das piores falanges das conhecidas ''forças vivas'' do CPC - Crime Politicamente Correto, aquele que usa a lei para burlar a lei; aquele que mais tem e detém poder, luxo e riqueza quando ''as instituições estão funcionando''.

E o que parece um intrincado e complexo mistério a ser resolvido na guerra contra a corrupção que assola o Brasil, mostrou-se, de repente, ao primeiro brado de Moro ''Folow the money!'' uma clara e ameaçadora solução contra o Estado-bandido que há 33 anos, desde Sarney presidente em 1985, vem roubando e deixando roubar esse País.

É simples assim: seguindo o dinheiro, Sérgio Moro atinge e confisca a ''riqueza''; sem a riqueza acaba o ''luxo''; sem luxo e sem riqueza, o poder não vale nada. 

ALVO-FIXO

Então é disso que Sérgio Moro está falando. Então é por isso que ele vai ser, mais até que o próprio Bolsonaro que está sempre a perigo, o alvo-fixo principal do CPC - Crime Politicamente Correto e de  suas ramificações perniciosas dentro dos três poderes constituídos e suas gaiolas de aves raras, tribunais de superiores instâncias no Judiciário; comissões especiais, dentro do Congresso Nacional; ou até mesmo qualquer sobra de guerra lulática ou bolivariana que perambule ainda pelas tais ''instituições que estão funcionando''.

Nem espere janeiro chegar para torcer, ou rezar - se crente, religioso e fiel você for - pela sorte, pelo destino de Sérgio Moro como superministro da Justiça e da Segurança. O maior risco para Sérgio Moro é que, na Esplanada desse governo, seu superministério está entre os famintos e a comilança.

RODAPÉ NOS FUNDILHOS - E você, audaz representante da cidadania indignada que se apartou da parte podre da sociedade dos achaques, das fraudes, das licitações combinadas, cuide-se também desses cúmplices das hordas estatais. Eles gostam de poder, luxo e riqueza. Eles não gostam de quem gosta de Sérgio Moro.  

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