4 de jul de 2018

SOLTEM 240 MIL E UM PRESIDIÁRIOS,
OU: "PARALISA AÍ!"


Nem o Ministério da Justiça sabe direito qual é a população carcerária brasileira. O total de pessoas encarceradas no Brasil chegou a 726.712 em junho de 2016. 

Aí, o então breve ministro da Justiça de Temer, Raul Jungmann prometeu que até abril deste glorioso ano de 2018, o Brasil saberia com exatidão quantos presos - além de Lula- teria esse país tropical, bonito por natureza e abençoado por Deus. 

Mas que nada. O que se sabe é que essa população aumenta em cerca de 25 mil presos por ano. Conclui-se pois que a população carcerária ultrapasse hoje os 800 mil trancafiados. 

Isso nos garante o 3º lugar no ranking mundial das cadeias, atrás apenas dos Estados Unidos e da China. A Rússia, com menos 100 mil presos do que nós, ostenta com galhardia a quarta posição. 

Sabe-se, pelas mesmas fidedignas fontes murmurantes, que 1/3 desses 800 mil presidiários estão presos por culpa da chamada segunda instância. Zé Dirceu, por exemplo já não é mais um presidiário, graças a Dias Toffoli; Lula ainda é um presidiário, graças ao mau jeito e a incompetência de Gilmuar, Leviandowski e Marquinho Mellodrama. 

Sugere-se, pois, que quando setembro vier, já presidindo o Supremo Tribunal Foderal, Dias Toffoli do alto de sua magnanimidade e, em estrito cumprimento da Constituição faça justiça e coloque Lula e mais os seus 240 mil colegas presidiários, sócios do sindicato da  mesma dor, no olho da rua. 

A sociedade brasileira está doidinha para conviver com esses cidadãos inocentes até que suas penas tenham transitado em julgado. Vamos, vamos, queridos justiceiros do Quinteto Violado do STF, ponham esses 240.001 na rua, a gente está morrendo de peninha deles. Tamo junto nessa, cumpanheros!

Mas se botarem só o Lula e sua bandidagem de elite em Liberdade... Ah, se fizerem isso, nunca mais falem com a gente. Vamos ficar de mal com vocês. mas uma coisa é certa, nenhum brasileiro que se preze vai querer brincar de 'Estátua'. Vamos é levar a brincadeira a sério e vocês vão ter que ouvir o berro da população: "Paralisa aí!".

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