O IDIOTA QUE VAI DEMITIR O PRESIDENTE, OU:
HOJE ESTOU A FIM DE DESPERDIÇAR O SEU TEMPO
O
fisiologista, Ricardo Barros, do PP, um dos partidos mais deploráveis dessa
democracia de gaveteiros, cobrou cargos e verbas do ministro-chefe da
Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos. Não levou.
Então foi
curto e grosso, cheio de empáfia: “Se precisar
demitir o presidente, nós demitimos. Ele não pode demitir o Congresso. A
palavra final é nossa, ele é que tem que querer estar de bem conosco. Se ele
não quer, está ótimo para nós.” Para ‘’nós’’, quem, cara pálida?!?
A que ponto chegou esse país que, um idiota fisiologista e pedinchão
como esse que só está feliz quando satisfaz suas necessidades fisiológicas,
mete o dedo na cara não de um ministro eventual como esse Luiz Ramos, mas da própria
parcela da população que o elegeu e dos mais de 55 milhões que elegeram o
presidente da República.
Esse vituperador desesperado porque não consegue mexer com os aguapés
como sempre mexeu, é um caroneiro antigo de cargos e funções públicas.
Herda eleitores do pai, dos irmãos, da esposa e de quem estiver ao
alcance do seu abraço. Já foi de tudo um pouco e fez nada por onde andou: é engenheiro
civil, empresário e político
por adesão.
Foi Ministro da Saúde durante o mini governo Temer e também prefeito de Maringá.
Filho do
ex-prefeito – adivinhem - de Maringá Silvio Magalhães Barros e irmão do
também ex-prefeito Silvio Barros, Ricardo Barros é casado com
a ex-governadora do Paraná Cida
Borghetti.
Em 2012 ele foi coordenador
nacional das eleições municipais do Progressistas (PP),
tendo saído vitorioso, por uma feliz coincidência, em seu domicílio eleitoral.
Em 2016 foi feito ministro da
Saúde pelo então presidente Michel Temer.
Em 2018, colocou seu nome à disposição do Progressistas para concorrer ao cargo
de Presidente da República.
Ainda em
2015, esse Ricardo Barros passou a ser investigado por denúncia de fraude em
licitação para publicidade realizada em 2011, no segundo mandato de seu irmão,
Silvio Barros II (PP), como prefeito de Maringá.
Como relator do Orçamento da
União de 2016, Ricardo Barros envolveu-se em uma polêmica com relação aos
cortes que promoveu nas dotações para a Justiça do Trabalho, o que acabou resultando em
uma ação direta de inconstitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Federal.
Como Ministro da Saúde, Ricardo Barros
notabilizou-se quando disse que "os pacientes do SUS inventam ou imaginam
doenças".
Entidades
médicas criticaram a fala. No mesmo mês, disse que os homens procuram
menos os serviços de saúde porque trabalham mais que as mulheres. “Os homens
trabalham mais, são os provedores da maioria das famílias. Eles não acham tempo
para se dedicar à saúde preventiva”.
A declaração
foi tida como "desastrosa" pelo governo interino de Michel Temer e
aumentou a pressão para troca do comando no Ministério da Saúde; o
destrambelhado se desculpou em redes sociais.
Mas hoje,
ele continua aí, cheio de bossa e de empáfia, metendo o dedo na cara da gente.
E eu fazendo vocês perderem tempo lendo esse catatal digno do mais rápido ‘’assassinato
de reputação’’ de um falastrão metido a sebo, sem importância nenhuma para os
destinos desse país.
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