7 de jun de 2019

O FUTEBOL TEM DISSO...

COPA DO MUNDO FEMININA
''Futebol é pra homem'', uma privica!

FRANÇA 4 x 0 COREIA DO NORTE

As francesas deixam o futebol bonito. Elas são bonitas. Umas muito bonitas; outras tanto quanto. Uma parecem até a nossa Marta... Em se tratando de futebol, é claro.

O time das francesas é uma beleza é uma beleza. Nem é time; nem é seleção: é um set de filmagem esportiva. E que jogo de cintura.

Já no elenco da Coreia do Sul, aparentemente é ''tudo janponês''. Em matéria de futebol, pô. Abra os olhos.

Resultado de imagem para Copa do Mundo Feminina - frança 4 x 0 coreia do sulEntrando no futebol propriamente dito, eis que aos 9 minutos  Eugenie Le Sommer, uma deusa do futebol, fez o primeiro gol da Copa, sacudindo os alicerces do Parc de les Princes, transbordante de alegria.

Le Sommer comemorou comedidamente: risos, abraços, alegria, alegria mas nada de beijo francês. E nem sequer tirou a camiseta para celebrar o feito.

Quase oas 30 minutos, a tecnologia deu o VAR da graça: anulou o que seria o segundo gol à la francesa.

Aos 35 minutinhos, a gigantesca zagueirona Wendie Renard, usa do os ares do alto de seu 1m87 de altitude e faz 2 x 0 na conclusão de um escanteio. Renard comemorou, mas não tirou a camiseta. Nem precisava. Melhor assim...

Já eram 47 minutos do primeiro tempo e as sul-coreanas não haviam dado um só chute a gole, nem gol.a fvaor e nem contra. Foi então que Renard repetiu a proeza em mais um tiro esquinado, o popular ''corner'': saltitou alpeninamente e fez 3 x 0.

Um prevalecimento: a zagueira sul-coreana mais alta, atende pelo apelido de Tatoo, aquele Nelson Ned da ''Ilha da Fantasia". Com Renard a 2 metros de altitude, cada escanteio é um pênalti contra a Coreia.

Pronto, primeiro tempo: França 3 x 0 Coreia do Sul. Para a Renard estava de bom tamanho.

Resultado de imagem para técnica d a seleção francesa de futebol femininoA técnica francesa, Corinne Diacre, tem os olhos do Alain Delon. Lindamente empapuçados. Mas madame vê bem o jogo.

Para quem está mal-acostumado com a feiura do atual futebol brasileiro, essa Copa Feminina é um colírio para os olhos: cada amaciada nos peitos  é uma emoção renovada; cada dominada nas coxas, uma enorme sensação a mais; cada enfiada de bola em profundidade, um delírio. O jogo não precisa acabar.

Aos 68 minutos, em um lance pouco ortodoxo, mas quase bíblico, Diani, meioa à la Moulin Rouge, meteu bola no meio das pernas de uma inocente sul-coreana. A francesa, no entanto, não abusou nem assediou mais que isso.  O lance ficou por isso mesmo.

Aos 84 minutos, Henry - uma lindeza de boleira - bateu de chapa um pouquinho antes da entrada da área, noângulo da guardiã sul-coreana. França 4 x 0.

Aos 93, acabou-se o que era doce, a França comeu e regalou-se.

Ah, sim... O trio de arbitragem fez jus dentro de campo à boniteza da quarta apitadora à margem do gramado, eis que nos tempos atuais qualquer trinca é um quarteto. 

DESTAQUE DO SHOW DE BOLA DAS GURIAS - Nenhuma agressão; ninguém deitando e rolando na grama; nenhum cartão de qualquer cor ao correr de todo o espetáculo. ''Futebol é pra homem'', uma privica!

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