19 de mai de 2018

PARA QUEM GOSTOU DE VER O CASAMENTO DA REALEZA BRITÂNICA E PARA QUE NÃO HAJA MORTOS NEM FERIDOS


Para desfazer o climão que pintou por uma postagem deste plebeu aqui que não teve a fleuma britânica e curiosa de assistir às bodas reais do príncipe Harry e da atriz Meghan, lá vai um catastal de razões que justificam o deleite de quem se dignou a assistir ao espetáculo televisivo.


A FastCompany levantou os números que cercam a família real que mais atrai atenção nesse mundo, velho mundo em que não me chamo Raimundo... 
A família real britânica influencia na indústria de moda, turismo, entretenimento e, principalmente, no mercado de souvenirs. A FastCompany levantou o impacto na economia que os monarcas geram, e concluiu que o gasto com eles vale, sim, e vale muito a pena.
A bagatela de US$ 425 milhões seria a fortuna estimada da rainha Elizabeth, incluindo propriedades como a Sandringhan House - onde é celebrado o Natal e o Castelo Balmoral, a sua casa de férias na Escócia.
US$ 16,8 bilhões: valor avaliado da Coroa, incluindo terras, propriedades e empresas que pertencem tecnicamente à monarquia britânica, mas que não podem ser vendidas ou incorporadas pela rainha como pessoa física.
US$ 25 milhões: patrimônio estimado do príncipe Harry, em parte referente à herança deixada por sua mãe, a princesa Diana. O príncipe também teria recebido cerca de US$ 45 mil quando serviu como piloto na Força Aérea Britânica.
US$ 450 mil: salário anual de Meghan Markle, que inclui os US$ 50 mil recebido por episódio da série em que atuava, Suits, e cerca de US$ 80 mil de contratos publicitários e licenciamentos.
US$ 97,7 milhões: Rendimentos da rainha em 2018. Houve um aumento significativo nesses ganhos desde o ano-fiscal 2016-2017, quando o valor era de US$ 54,5 milhões. 
US$ 0,88 centavos: o que cada britânico paga, em média, como imposto para manutenção da família real.
3 mil: o número de compromissos oficiais realizados pela família real em 2017
US$ 1,3 bilhão: quanto o efeito ‘duquesa Kate’ gera para a moda no Reino Unido. Suas escolhas de roupa e de seus filhos costumam impulsionar vendas e marcas e ditar tendências.
68%: o percentual de britânicos que acredita que a família real é uma instituição importante para o país, de acordo com uma pesquisa de 2015.
US$ 34 milhões: o custo do casamento real do príncipe William com a duquesa Kate em 2011. A maior parte desse valor foi investido em segurança.
US$ 430 mil: quanto teria custado o vestido de noiva da duquesa Kate (uma cópia do modelo foi vendida pela fast fashion H&M por US$ 299).
3 bilhões: audiência mundial do casamento real em 2011. O número é três vezes maior que a audiência da cerimônia de abertura da Olimpíada de Pequim.
US$ 2,7 bilhões: valor estimado de quanto o casamento real de 2011 teria gerado para a economia do Reino Unido. Naquele ano o setor de turismo cresceu 3%.
US$ 45 milhões: custo estimado do casamento do príncipe Harry e Meghan Markle. US$ 42 milhões seriam apenas para despesas com segurança. O casal convidou 800 pessoas.
500 mil: o número de pessoas esperado no Castelo de Windsor para ver a movimentação com o casamento.
US$ 406 milhões: quanto o casamento de Harry e Meghan deve gerar para o turismo no Reino Unido.
US$ 67,7 milhões: quanto deve gerar a venda de souvenirs relacionados ao casamento no mercado local (sem considerar vendas online e em outros países).
Zero: a quantidade de presentes pedidos pelo casal. O Palácio anunciou que “o príncipe Harry e a senhorita Meghan Markle estão agradecidos pelos agrados recebidos desde o noivado, mas pedem que aqueles que desejarem marcar esta data que o façam com doações para caridade, ao invés de enviarem um presente”.
RODAPÉ - Pronto, eis aí a resposta que poderiam ter dado a minha imndagação sobre o que faz a realeza britânica e quem paga seus custos. Se uns que outros malcriados tivessem respondido assim, meu clique de bloqueio não teria ido aos píncaros da glória, como foi. Simples assim.

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