26 de mai de 2018

MARUN O ESTÚPIDO QUE NUNCA DEVERIA TER SAÍDO DO MATO EM QUE SE FEZ POLITICÃO

Eu 'passeava' pelo dial de meu radinho de pilha quando 'parei' num programa jornalísitco da Rádio Jovem Pan. Carlos Marun, O Trambolho Palaciano, era entrevistado, por um repórter e uma jovem que me pareceu ser a 'âncora' do programa, cujo nome nem guardei. 

Carlos Marun, um daqueles truculentos que fazem o lado ruim da fama dos gaúchos que se metem em política, está no auge de seu orgulho e vaidade porque foi escolhido a dedo por Michel Temer, um dos piores presidentes dentre os piores que este País já aguentou, para ser seu vassalo e porta-recados para assuntos escabrosos. 

Marun, no meio dessa entrevista à rádio Jovem Pan, esta tarde, enquanto não dizia coisa com coisa sobre a greve e o locaute dos caminhoneiros, simplesmente descartou um repórter, quando o jornalista lhe perguntou se ele, Marun, não achava "irônico um presidente sob duas sérias investigações da Polícia Federal, ameaçar com prisão aos responsáveis pela paralisação dos caminhoneiros". 

O descarte de Marun - O Super Serviçal, foi com enorme grosseria: "Quem não ajuda, não atrapalha. Eu não vou responder mais a você. A sua colega pode perguntar o que ela quiser que eu respondo".

O repórter ainda tentou continuar a entrevista, mas Carlos Marun foi tosco e malcriado. Só se dirigiu à entrevistadora. Disse que com ele não falaria mais. Marun é um asselvajado, descortês e arrogante. 

Sucede que, ao contrário do que deu a parecer, Marun não ficou 'picado de cobra' - como dizem os gaúchos - com a referência aos processos a que Temer tenta não responder; Marun acusou o coice por si próprio.  

Atualmente está sendo processado por improbidade administrativa durante sua gestão como  presidente da Agehab, uma empresa da Prefeitura de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, onde fez a sua carreira política.  

Marun é um dos acusado de causar lesão ao erário estimada em 16,6 milhões de reais, o processo tramita, desde junho de 2013, na 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos da Justiça de Mato Grosso do Sul.

Mas, voltando à vaca fria, Carlos Marun, porto-alegrense dos abrutalhados e incivilizados, seguiu a entrevista porque a jornalista condutora do programa teve a devida delicadeza, mas revelou pouco instinto de solidariedade profissional ao continuar com a tal entrevista. 

Eu teria tirado Marun do ar na mesma hora. Ele que fosse pastar, pô. Mas, é por isso mesmo que sou hoje por vocação um jornalista-sem patrão, viciado em liberdade de expressão, garantido pelo voto de pobreza.

Ele não teria mesmo mais nada a dizer. A bem da verdade, Marun nunca diz nada que deleite. E ora bolas, carambolas, se vale o argumento de que "quem não ajuda, não atrapalha", Carlos Marun pela sua atuação como lacaio do governo, já deveria ter voltado para o Mato Grosso do Sul há muito tempo. Muito antes até de ter saído de lá.

Alguém tem que dizer a esse brutamontes que tamanho não é documento. E se tamanho for documento, então sua grossura é de tal sorte colossal que sua boçalidade não cabe em lugar algum de qualquer sociedade civilizada.

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